De sentimentos e valores velhos. Isso não quer dizer, necessariamente, que eu seja quadrada, razinza ou qualquer outro adjetivo ligado ao sentido nato da palavra ‘velho’. Porque de velha, acredite, eu não tenho nada, sou até moderninha demais para o gosto de alguns.
Eu digo que sinto como antigamente, talvez tenha nascido na época errada, no ano errado, na data errada, até porque nascer numa sexta-feira treze, não é uma data para ninguém nascer, diga-me o supersticioso.Meu problema, é que eu vejo problema demais nesses sentimentozinhos, de pessoinhas, que juram um amorzinho mequetrefe ao primeiro que sentem atração física. Talvez a minha descrença, seja culpa da humanidade que usou tanto o amor em vão, que para mim, ele perdeu a moral, o real valor, o sentido. Está surrado demais.
Mas quem sabe ele não exista? Quem sabe eu não o esteja esperando sem saber?
É que como eu disse, sou antiquada como a minha vó, só quero ser feliz se for para sempre, e quero fazer do primeiro amor o único.
Não me julguem por menosprezar esses sentimentozinhos, que as pessoas juram alimentar umas pelas outras, se isso é amor. Ok. Para mim, ele não existe.
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