Eu preciso de menos corpo e mais alma. Eu quero mais caminho e menos limite. As vezes, sinto que caminho sem querer, meus pés cravados no chão, numa resposta imediata ao desconhecido... Simplesmente... Valsam contra a minha vontade, vejo-os se mover psiquicamente como se ouvissem autonomamente a valsa do imperador da orquestra popular de Viena, que me traz más lembranças... E eu já não sei se riu.
Eu preciso parar, respirar, respirar, pensar e depois de várias reticências... Decidir. Mas o espaço das reticências é muito grande, que cabe até pessoas! E como deter-me por tantas reticências? Meus pés ficam casados, se ficam parados... E eu já não sei se choro.
Não sei o que é mais débil, a saúde ou o psicológico. Também não sei quem vai desmanchar mais rápido. E será que faz diferença? É morte do mesmo jeito.
Ser só saúde é ser só corpo, ser só psicológico é ser só alma. Diga-me você o que fazer!
Julgar é fácil demais, quando não é você que esta para perder a sanidade. E eu não riu, nem choro mais.
Apenas... Valso.
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