domingo, 16 de outubro de 2011

- Morte pela escolha do não ser.

   Eu preciso de menos corpo e mais alma. Eu quero mais caminho e menos limite. As vezes, sinto que caminho sem querer, meus pés cravados no chão, numa resposta imediata ao desconhecido... Simplesmente... Valsam contra a minha vontade, vejo-os se mover psiquicamente como se ouvissem autonomamente a valsa do imperador da orquestra popular de Viena, que me traz más lembranças... E eu já não sei se riu.
   Eu preciso parar, respirar, respirar, pensar e depois de várias reticências... Decidir. Mas o espaço das reticências é muito grande, que cabe até pessoas! E como deter-me por tantas reticências? Meus pés ficam casados, se ficam parados... E eu já não sei se choro.
   Não sei o que é mais débil, a saúde ou o psicológico. Também não sei quem vai desmanchar mais rápido. E será que faz diferença? É morte do mesmo jeito.
   Ser só saúde é ser só corpo, ser só psicológico é ser só alma. Diga-me você o que fazer! 
   Julgar é fácil demais, quando não é você que esta para perder a sanidade. E eu não riu, nem choro mais.
   Apenas... Valso.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Critique-me ou Surpreenda-me

Seguidores

Yasmin Galindo.

Pesquisar este blog