Eu e minhas mil decências de amar à todos, sem amar nenhum.
Eu quero que venha e que cale, e que faça.
Quero teu beijo na curva do meu ombro.
Tua mão adentrando o meu cabelo, e minha roupa.
Quero arranhar-te às costas e beijar as linhas de teu abdômen.
E não me venha com escrúpulos, não há escrúpulos quando se fala em amar.
Não necessidade de meias conversas vazias, contorne-me.
É o que cada músculo do seu corpo clama, e o que suas pupilas negras não conseguem esconder.
Incendeie-me.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Critique-me ou Surpreenda-me